Hoje em casa, depois de um dia de muito trabalho e estresse, me vi revoltado em assistir os noticiários do dia em três canais.
Todos são unânimes em dizer que a saúde está precária e que o governo lançou um plano de contratação de mais médicos.
Não vejo qual a dificuldade em enxergar que o problema da falta de médico é detalhe perto do caos na saúde pública. Não adiantará colocar 10 médicos em um posto de saúde se no mesmo pronto atendimento houver falta de material, falta de equipe de enfermagem, falta de estrutura hospitalar.
O que se pretende fazer é aumentar o efetivo de uma área que deixa cada dia mais sua missão social por ansiarem um maior salário. Muitos somos os pacientes que até mesmo em hospitais particulares somos tratados como mendigos que pedimos favores ao estarmos doente.
Antes de se criar plano para formação de mais médicos, deve-se exigir dos órgãos fiscalizadores, como o MEC, um rigor maior tanto nos vestibulares como no decorrer do estudo do aluno. Hoje temos diversos alunos que saem da faculdade achando que corpo humano é boneco substituível.
Pior, ainda, é a justificativa da Secretaria de Saúde do estado de São Paulo, em dizer que reconhece seus erros, mas que pacientes em estado grave tem privilégio no atendimento. Pergunto: "Tem alguém que vai ao médico a passeio?"
Gente, vamos acordar, não nos deixemos iludir. O médico que ganha R$ 10 mil por mês não precisa de valorização. Precisa a faxineira que limpa a sujeira humana, ao auxiliar e técnico de enfermagem, ao enfermeiro e demais colaboradores que estão muito mais tempo expostos a doença e cuidando de paciente.
Dar o diagnóstico, não significa ser Deus. Eles precisam descer do Olimpo e exercer a função social de vossas profissões.
Um blog para aqueles que gostam de ler um bom conteúdo. Me siga no twitter, me mande uma mensagem @bruno_tasso
Criticas...
As criticas são como presentes, podemos aceita-lás ou não. Depende de Você. Quando alguém vier te entregar uma crítica, acredito que o melhor a fazer é aceitá-la. Se por um acaso não gostar, deixa-a de lado, e lembre-se dela só quando precisar, ou então não faça questão de se lembrar nunca.
Jamais se deixe abater pelos comentários a seu respeito, você é tão importante para quem te odeia, que até mesmo falando mal, falam de você!
segunda-feira, 15 de julho de 2013
quarta-feira, 10 de julho de 2013
Virou realidade, alcancei meu sonho...
Em dezembro de 2008 depois de prestar os vestibulares e escolher a Universidade em que eu cursaria Direito, fuçando no bom e velho orkut, vi uma comunidade que falava assim "Passei de primeira na OAB". Aquilo despertou-me um ego, uma vontade de passar de primeira para me achar. No decorrer da faculdade, descobri que passar na OAB vai além de seus conhecimentos...
No primeiro ano da faculdade eu estava maravilhado com a minha nova vida adulta. Tudo era novo. Desde o início haviam pessoas que me simpatizei, e outras que torci o nariz. Colei absurdamente nas provas e tive dois exames que consegui eliminá-los.
No segundo ano, entendi que colando nas provas haveria somente um prejudicado: EU. Estaria me enganando e nada aprenderia. Fiz um pacto e somente faria as atividades e as provas com meus conhecimentos, e trouxe esse pacto até o quinto ano. Confesso que nesse ano o pacto não tem sido cumprido a risca, mas não deixo de estudar, rs.
No primeiro semestre da faculdade comecei a entregar curriculum para fazer estágio, achava importante já me familiarizar com as expressões, jargões e práticas jurídicas. Deus usou uma grande amiga, Marilis, que me ligou desesperadamente e com seu jeito doido de ser me passou o e-mail que deveria mandar o curriculum.
Depois de alguns dias recebi a ligação para fazer a entrevista. Estava confiante, mas com medo. Não tinha OAB, só estava na faculdade há 6 meses e isso começou a me deixar com medo. Diante de três anjos (Natalie, Ana Paula e Carla) fui entrevistado e depois de uma semana recebi a notícia de que a vaga era minha. Não me continha de tanta alegria. Lá fiquei por quase quatro anos e posso dizer que foi um dos lugares mais maravilhosos que trabalhei na minha vida. Com tudo que aprendi deveria pagá-las. Saí de lá com três grandes amizades de três grandes guerreiras... Dra. Natalie Andrade Hortas, Dra. Ana Paula Borgomoni e Dra. Carla Janaina.
Com meu passear de estágios, fui parar em Cubatão e lá aprendi tudo e mais um pouco com o Dr. Humberto e com o Sr. Marcos sobre Direito do Consumidor na unidade PROCON da cidade. Fez a diferença na minha vida aqueles cinco ou seis meses que ali estive. Não posso, e seria injusto, esquecer a querida Rose (japa) que com seu jeito meigo sempre me auxilio nos atendimentos e na interpretação do CDC.
De repente, me vi aprovado no processo seletivo da prefeitura de São Vicente e para lá fui. Entrava no Anexo Fiscal em dezembro de 2011, outro lugar maravilhoso de se trabalhar que fiz grandes amigas e com quatro guerreiras que seguram aquele lugar. Acredite quem quiser, a guerreira mor tem um metro e meio (por aí) mas quando fica brava não há gigante que lhe segure. Nesse departamento da prefeitura fiquei meio perdido no começo, mas depois quando embalei, fui que fui e adorei ter trabalhado com as Dras. Elaine da Silva, Marília Rufino, Paloma Petinattii e Elisângela Ramalho. Queridas pessoas que levarei a vida toda em meu coração e se tornaram minhas amigas.
Prestei outro concurso de estágio e fui para um lugar assombroso e horrível que não macularei esta crônica citando-a... De lá, só se salva o maravilhoso e humano Dr.André Vicentini Gazal.
Outro concurso fiz e parei na PGE de Santos. Lugar maravilhosíssimo de se trabalhar,e não podia cair para trabalhar com alguém melhor do que o Dr. Ricardo dos Santos Silva. Homem simples, pacato e muito humano. Uma pessoa maravilhosa que me ajudou muito nesse período de pré-OAB e que chegou a me dispensar nas sextas-feiras para que pudesse me preparar melhor.
Todas essas pessoas citadas acima me ajudaram profissionalmente e foram graças a elas que tive jogo de cintura e soube escolher a matéria da segunda fase que prestaria. Deus foi muito bom comigo em colocá-las em meu caminho.
Já na parte afetiva, não posso esquecer de mencionar meu avô Paulo, que de onde estiver estará muito feliz e orgulhoso de mim. Minha avó Ignez que sempre que pode me ajuda com cursos e livros e jamais desacreditou de mim. Meus pais que me ajudaram até onde puderam na faculdade e sempre me apoiaram até em momentos muito delicado para eles. Ao Mike que jamais me deixou desistir e sempre esteve do meu lado, me compreendendo e me perturbando também, rs. Ao meu cunhado que sempre acreditou em mim e nunca desistiu dos seus sonhos, sendo modelo de persistência. Aos meus melhores amigos Alexandre Pereira e Erivelto Fernandes que nos momentos de fraqueza me carregaram no colo, não me deixaram desistir, que me ajudaram, não tenho nem o que dizer a eles e suas esposas, minhas amigas Samara e Egly.
Ao Mineiro, que sempre me aterrorizou para passar na prova. Não posso esquecer da minha sogra, Paulina, que sempre acreditou em mim. E várias e várias outras pessoas que não conseguirei elencar, mas que sem dúvida foram essenciais na minha vida.
Agradeço à equipe Damásio (Darlan, Brunno, Leandro, Roberto...) que com seus professores foram essenciais na minha aprovação.
Agradeço aos professores da Unimes, Drs. Rafael Quaresma, Leite, Loureiro e Nilson que são peças raras e valiosas na Instituição e que me ajudaram muito.
A OAB não é somente conhecimento, é um pouco de sorte também, vi pessoas preparadíssimas para prova que levaram uma rasteira por terem sido submetidos a uma prova mal formulada.
Eu consegui realizar um sonho, mas eu não vou parar por aqui, eu quero mais. Agora, mais do que nunca eu sei que posso. Agradeço a todos que contribuíram e acreditaram em mim. Eu passei, eu consegui, eu venci o monstro da OAB.
Foram anos de muita luta, passei muitas privações, e tive que fazer dois estágios e as vezes até "bicos" finais de semana para pagar a faculdade, os livros, despesas pessoais e etc. Antes da prova tive que baixar a crista, tive que admitir que mesmo sendo dedicado ser aprovado ia além dos meus esforços, como disse, passar na OAB é uma cumulação de estudo e sorte. Mas valeu a pena... Daqui seis meses com o diploma na mão serei ADVOGADO.
No primeiro ano da faculdade eu estava maravilhado com a minha nova vida adulta. Tudo era novo. Desde o início haviam pessoas que me simpatizei, e outras que torci o nariz. Colei absurdamente nas provas e tive dois exames que consegui eliminá-los.
No segundo ano, entendi que colando nas provas haveria somente um prejudicado: EU. Estaria me enganando e nada aprenderia. Fiz um pacto e somente faria as atividades e as provas com meus conhecimentos, e trouxe esse pacto até o quinto ano. Confesso que nesse ano o pacto não tem sido cumprido a risca, mas não deixo de estudar, rs.
No primeiro semestre da faculdade comecei a entregar curriculum para fazer estágio, achava importante já me familiarizar com as expressões, jargões e práticas jurídicas. Deus usou uma grande amiga, Marilis, que me ligou desesperadamente e com seu jeito doido de ser me passou o e-mail que deveria mandar o curriculum.
Depois de alguns dias recebi a ligação para fazer a entrevista. Estava confiante, mas com medo. Não tinha OAB, só estava na faculdade há 6 meses e isso começou a me deixar com medo. Diante de três anjos (Natalie, Ana Paula e Carla) fui entrevistado e depois de uma semana recebi a notícia de que a vaga era minha. Não me continha de tanta alegria. Lá fiquei por quase quatro anos e posso dizer que foi um dos lugares mais maravilhosos que trabalhei na minha vida. Com tudo que aprendi deveria pagá-las. Saí de lá com três grandes amizades de três grandes guerreiras... Dra. Natalie Andrade Hortas, Dra. Ana Paula Borgomoni e Dra. Carla Janaina.
Com meu passear de estágios, fui parar em Cubatão e lá aprendi tudo e mais um pouco com o Dr. Humberto e com o Sr. Marcos sobre Direito do Consumidor na unidade PROCON da cidade. Fez a diferença na minha vida aqueles cinco ou seis meses que ali estive. Não posso, e seria injusto, esquecer a querida Rose (japa) que com seu jeito meigo sempre me auxilio nos atendimentos e na interpretação do CDC.
De repente, me vi aprovado no processo seletivo da prefeitura de São Vicente e para lá fui. Entrava no Anexo Fiscal em dezembro de 2011, outro lugar maravilhoso de se trabalhar que fiz grandes amigas e com quatro guerreiras que seguram aquele lugar. Acredite quem quiser, a guerreira mor tem um metro e meio (por aí) mas quando fica brava não há gigante que lhe segure. Nesse departamento da prefeitura fiquei meio perdido no começo, mas depois quando embalei, fui que fui e adorei ter trabalhado com as Dras. Elaine da Silva, Marília Rufino, Paloma Petinattii e Elisângela Ramalho. Queridas pessoas que levarei a vida toda em meu coração e se tornaram minhas amigas.
Prestei outro concurso de estágio e fui para um lugar assombroso e horrível que não macularei esta crônica citando-a... De lá, só se salva o maravilhoso e humano Dr.André Vicentini Gazal.
Outro concurso fiz e parei na PGE de Santos. Lugar maravilhosíssimo de se trabalhar,e não podia cair para trabalhar com alguém melhor do que o Dr. Ricardo dos Santos Silva. Homem simples, pacato e muito humano. Uma pessoa maravilhosa que me ajudou muito nesse período de pré-OAB e que chegou a me dispensar nas sextas-feiras para que pudesse me preparar melhor.
Todas essas pessoas citadas acima me ajudaram profissionalmente e foram graças a elas que tive jogo de cintura e soube escolher a matéria da segunda fase que prestaria. Deus foi muito bom comigo em colocá-las em meu caminho.
Já na parte afetiva, não posso esquecer de mencionar meu avô Paulo, que de onde estiver estará muito feliz e orgulhoso de mim. Minha avó Ignez que sempre que pode me ajuda com cursos e livros e jamais desacreditou de mim. Meus pais que me ajudaram até onde puderam na faculdade e sempre me apoiaram até em momentos muito delicado para eles. Ao Mike que jamais me deixou desistir e sempre esteve do meu lado, me compreendendo e me perturbando também, rs. Ao meu cunhado que sempre acreditou em mim e nunca desistiu dos seus sonhos, sendo modelo de persistência. Aos meus melhores amigos Alexandre Pereira e Erivelto Fernandes que nos momentos de fraqueza me carregaram no colo, não me deixaram desistir, que me ajudaram, não tenho nem o que dizer a eles e suas esposas, minhas amigas Samara e Egly.
Ao Mineiro, que sempre me aterrorizou para passar na prova. Não posso esquecer da minha sogra, Paulina, que sempre acreditou em mim. E várias e várias outras pessoas que não conseguirei elencar, mas que sem dúvida foram essenciais na minha vida.
Agradeço à equipe Damásio (Darlan, Brunno, Leandro, Roberto...) que com seus professores foram essenciais na minha aprovação.
Agradeço aos professores da Unimes, Drs. Rafael Quaresma, Leite, Loureiro e Nilson que são peças raras e valiosas na Instituição e que me ajudaram muito.
A OAB não é somente conhecimento, é um pouco de sorte também, vi pessoas preparadíssimas para prova que levaram uma rasteira por terem sido submetidos a uma prova mal formulada.
Eu consegui realizar um sonho, mas eu não vou parar por aqui, eu quero mais. Agora, mais do que nunca eu sei que posso. Agradeço a todos que contribuíram e acreditaram em mim. Eu passei, eu consegui, eu venci o monstro da OAB.
Foram anos de muita luta, passei muitas privações, e tive que fazer dois estágios e as vezes até "bicos" finais de semana para pagar a faculdade, os livros, despesas pessoais e etc. Antes da prova tive que baixar a crista, tive que admitir que mesmo sendo dedicado ser aprovado ia além dos meus esforços, como disse, passar na OAB é uma cumulação de estudo e sorte. Mas valeu a pena... Daqui seis meses com o diploma na mão serei ADVOGADO.
segunda-feira, 1 de julho de 2013
Um absurdo
Muitos dos meus leitores sabem que sou grande crítico de alguns posicionamentos religiosos exercidos, as vezes paro para pensar se não é muito repetitivo, ou se não sou muito cruel com as palavras. Mas sinceramente, é um absurdo o que essas religiões, em especial as ceitas protestantes fazem.
Li uma reportagem, enorme, diga-se de passagem, da Revista Veja SP. Tratava-se de um jornalista que visitava templos da ceita evangélica e dizia querer curar-se da homossexualidade.
Esse é o link da reportagem: http://vejasp.abril.com.br/materia/bastidores-cura-gay
Para mim, é inadmissível que se utilize da Bíblia para viver nos dias atuais ao pé da letra, exercendo literalmente o que ali está escrito. E ainda pior, interpretá-la de forma convencional, ou seja, dar ao texto a interpretação que se quer a fim de manipular a escritura sagrada.
Os diálogos transcritos pelo repórter são situações que me dão nojo, vejamos:
► Igreja Cristã Pentecostal Independente Maravilhas de Jesus, no centro (pastor Aristides de Lima Santos)
— Sou gay e quero mudar de lado. Como faço?
— Precisa seguir o ditado bíblico: “Vigiai para não entrar em tentação”. É fundamental que o senhor se case para aceitar Jesus, se libertar e não pensar em homem.
— Não há o risco de minha companheira ser infeliz? — Ela não precisa saber que o senhor era gay. A Bíblia diz que varão não pode ter relacionamento com outro varão. A homossexualidade é um pecado mortal, assim como matar.
Vamos analisar a proposta feita pelo pastor. Primeiro o "doente" para começar o exercício de cura precisa se casar. Isso é fácil. Já parou para ver quantas "irmãs" encalhadas existem dentro das ceitas protestantes? Segundo ponto, o suposto gay quer se curar, mas tem a decência de se preocupar se fará a sua esposa feliz. Em outras palavras, o pastor responde: "o que os olhos não vêem, o coração não sente". É a mesma coisa que justificar um erro com o outro, porque sairá do "pecado de ser gay" e entrará no pecado da mentira. Omitir um fato também é mentir.
Vejamos outra situação:
► Igreja Universal do Reino de Deus, no centro (pastor André Luís)
— Sou gay e quero saber se é possível trocar de lado.
— Sim, conheço alguns pastores que eram assim e hoje são casados e têm filhos. Assim como um viciado em cocaína precisa se livrar dos amigos drogados, um homossexual tem de deixar de lado a sua turma. É preciso também evitar bares e baladas para não cair em tentação.
— O que mais?
— No começo, precisa vir pelo menos quatro vezes por semana à igreja para tirar o capeta do seu corpo. Pagar os 10% do dízimo também é fundamental. É devolver para Deus a graça de você ter ido para o caminho certo.
Preciso falar alguma coisa? Algum leitor não acha isso nojento e a forma mais cruel de se aproveitar de alguém? Deus agora não faz milagres, não distribui amor. Deus cobra para salvar as pessoas. Sem contar que o capeta vai saindo em doses homeopáticas. Quer dizer, ontem você transava com homens, hoje você só pensa, amanhã só se masturba, e depois de amanhã, livre do diabo você será alegre e feliz. Esse diálogo apenas corrobora tudo que sempre escrevo aqui.
Alguns críticos podem pensar que isso acontece em um ou dois templos da ceita. Vejamos mais:
► Igreja Mundial do Poder de Deus, na Zona Leste (pastor Eder Brotto)
— Sou gay e quero virar heterossexual. É possível?
— É fundamental, caso contrário vai para o inferno. Isso é coisa do capeta.
— Como faço?
— Tem de vir aqui às sextas, dias em que tiramos o capeta do corpo, e aos domingos. Tenha uma Bíblia ao lado da cama. Ore três vezes ao dia, ajoelhado (podemos nos humilhar para Deus). Sugiro ler Isaías, capítulo 44. Fala da aceitação do Senhor. E não deixe de pagar o dízimo.
O gay que pretende ser "curado" tem que ir as sextas na igreja. Os outros dias ele não tiram capeta, eles incorporam o tinhoso. O "doente" tem de orar três vezes por dia, "é só lembrar dos muçulmanos, somos uma mescla de tudo. Estamos até vendendo passaporte do céu". Depois de toda a explicação tem a cereja do bolo. Não esqueça de pagar o dízimo. Pois sem ele como nosso apóstolo comprará as terras no Mato Grosso?
Fora esses diálogos têm outros na reportagem, mas para finalizar deduro esse pastor que certamente será chamado a atenção pelo $ilas Malafaia, vejamos
Casa da Bênção, na Zona Leste (pastor Cléber Lana)
— Como faço para deixar de ser gay?
— Isso é uma maldição hereditária. Existem outras pessoas assim na sua família?
— Que eu saiba, não.
— Então pode ser algum trabalho feito contra você. Sugiro que se entregue a Deus, ore e frequente cultos de libertação.
Agora ferrou tudo! Não significa mais de um desvio de personalidade. Ser homossexual agora é hereditário. Está no DNA. Portanto, se não quisermos mais crianças gays, vamos proibir os gays de terem filhos biológicos e vamos somente adotá-los, porque assim não terá o fator genético e todas as crianças do mundo inteiro estarão salvas... Ebaaaa!
Caros leitores, falando sério agora, é um descaso o que essas ceitas fazem com quem os procura. Quando digo que eles usurpam as pessoas eu critico com propriedade. Fiz parte de uma dessas ceitas por mais ou menos sete anos e sei seus métodos.
Nojento, abominável, ridículo e demais adjetivos não devem ser colocados em pessoas que vivem do jeito que elas querem, dentro de quatro paredes, sem incomodar ninguém. Esses adjetivos devem ser colocados naquele que se aproveita da debilidade psíquica de uma pessoa para manipulá-la, para fazer dela um soldadinho.
Uma última observação é a respeito das declarações do Sr. Marco Feliciano afirmando que o projeto da "cura gay" não irá ser aprovado, que é um projeto natimorto etc. C-U-I-D-A-D-O. Quando a população brasileira em massa estavam nas ruas protestando por um país melhor, esse desgraçado, na surdina, junto com outro idiota idealizador do projeto aprovaram na Comissão de Direitos Humanos esse projeto que trata-se de um retrocesso aos direitos fundamentais. Ao afirmar que o projeto não será aprovado ele tenta tirar a atenção das pessoas, a fim de que elas achem que já ganharam a derrubada do projeto. O diabo é ardiloso e não nos representa.
Não nos deixemos enganar e vamos a luta. Não se muda a nação do sofá de casa!
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