Há algum tempo venho conversando com pessoas que ficam indignadas, com seus cartões de crédito, uma vez que ao deixarem de pagar elas devem um valor, e aproximadamente um ano depois de inadimplência, o saldo devedor chega a ser um valor estratosférico.
Nosso Banco Central editou uma Resolução, onde as instituições financeiras devem mostrar ao seus consumidores o C.E.T., custo efetivo total, demonstrando quanto de encargos existe num possível atraso. Quanto que fica os juros, multas e taxas, em relação a mês e ano.
Existem instituições que chegam a quase 800% ao ano, de encargos e juros. Pouco me importa saber quanto que o banco me cobrará, me interessa, e muito, saber e querer do banco central, delimitar tais abusos econômicos, uma vez que se você ingressar com uma ação em face de um banco, e ganhar a ação, o saldo “devedor” do banco será atualizado em incríveis 1% ao mês. Sem contar que essa maravilhosa atualização monetária será em cima de um valor ínfimo e absurdo, tendo em vista que nossos Tribunais tem se amedrontados diante de julgar ações contra bancos.
Hoje quando nos dirigimos à loja de varejos, não estamos mais comprando uma geladeira, ou um fogão, estamos fazendo um empréstimo no valor daquele bem, tanto é verdade que grandes empresas deixaram de ser por exemplo “Carrefour” para virarem “Banco Carrefour”, uma vez que Instituições Financeiras não são abrangidas pela lei da usura, que limita juros de 1% ao mês.
Somos lesados diversas vezes ao dia, e quando recorremos ao Judiciário a fim de ter essa dano ressarcido, somos novamente lesados, uma vez que há um espírito incrédulo pairando nos fóruns paulistas, fazendo com que muitas pessoas de bem, tenham suas ações contra bancos julgadas improcedentes.
Mas que problema há? Hoje o Banco Bradesco anunciou o terceiro lucro consecutivo da história dos bancos deste país, nada mais, nada menos que R$ 11 BILHÕES de reais.
Parabéns Banco Central, por mais essa “ajudinha” ao povo brasileiro, aliás o Brasil é um país de todos... todos os banqueiros, empresários, e políticos espertos.
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Criticas...
As criticas são como presentes, podemos aceita-lás ou não. Depende de Você. Quando alguém vier te entregar uma crítica, acredito que o melhor a fazer é aceitá-la. Se por um acaso não gostar, deixa-a de lado, e lembre-se dela só quando precisar, ou então não faça questão de se lembrar nunca.
Jamais se deixe abater pelos comentários a seu respeito, você é tão importante para quem te odeia, que até mesmo falando mal, falam de você!
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
O fim das sacolas plásticas
Realmente eu tento aceitar a “bondosa” ideia da retirada das sacolas plásticas dos supermercados. É impossível que não exista nenhum interesse econômico por trás deste ato de conscientização instantânea por parte da APAS.
Desde que sou criança, sempre ouço burburinhos de que as sacolas plásticas sairiam dos supermercados. Agora surge uma dúvida: “Será que com o fim das sacolas, haverá abatimento no valor das mercadorias?” Porque ao comprarmos um produto, o preço já vem embutido.
Há uma reportagem do dia 26/01/2012 no Jornal A Tribuna, informando que os supermercados gastam anualmente quase R$ 200.000.000,00 (duzentos milhões de reais), só no estado de São Paulo, com sacolas plásticas.
Não é uma questão ambiental, é uma questão econômica. Se há o entendimento de que as sacolas plásticas causam prejuízo ao meio ambiente, devem as instituições fornecer outros meios ecologicamente corretos para o transporte dos produtos comprados.
A lei visa proibir a distribuição gratuita de sacolas, mas elas estarão lá, penduradas no caixa para quem quiser comprá-las, oras, se há um dano ao meio ambiente, todas as sacolas, sejam elas gratuitas ou pagas, devem ser extintas. Já ocorre uma reutilização uma vez que as sacolas, são usadas como sacos lixo posteriormente, só que a APAS e os supermercados, não querem somente embutir o preço das sacolas, e não distribuí-las mais, querem também que o consumidor arque com a compra de sacos de lixo.
Realmente, mais uma vez o consumidor vai arcar com interesses de grandes empresários, que hoje utilizam-se de um assunto sério para enriquecerem cada vez mais.
Desde que sou criança, sempre ouço burburinhos de que as sacolas plásticas sairiam dos supermercados. Agora surge uma dúvida: “Será que com o fim das sacolas, haverá abatimento no valor das mercadorias?” Porque ao comprarmos um produto, o preço já vem embutido.
Há uma reportagem do dia 26/01/2012 no Jornal A Tribuna, informando que os supermercados gastam anualmente quase R$ 200.000.000,00 (duzentos milhões de reais), só no estado de São Paulo, com sacolas plásticas.
Não é uma questão ambiental, é uma questão econômica. Se há o entendimento de que as sacolas plásticas causam prejuízo ao meio ambiente, devem as instituições fornecer outros meios ecologicamente corretos para o transporte dos produtos comprados.
A lei visa proibir a distribuição gratuita de sacolas, mas elas estarão lá, penduradas no caixa para quem quiser comprá-las, oras, se há um dano ao meio ambiente, todas as sacolas, sejam elas gratuitas ou pagas, devem ser extintas. Já ocorre uma reutilização uma vez que as sacolas, são usadas como sacos lixo posteriormente, só que a APAS e os supermercados, não querem somente embutir o preço das sacolas, e não distribuí-las mais, querem também que o consumidor arque com a compra de sacos de lixo.
Realmente, mais uma vez o consumidor vai arcar com interesses de grandes empresários, que hoje utilizam-se de um assunto sério para enriquecerem cada vez mais.
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