Vi uma reportagem de um rapaz, que faz refém uma moça numa farmácia no interior de Pernambuco.
Se você analisar bem o video, verá que no final, a população aplaudi, se emociona com a atitude do atirador de elite.
Identificamos que em situações extrema existe uma solução para o problema. Agora lhe pergunto: "Será que a sociedade não chegou ao extremo da impunidade?"
A população não aguenta mais o medo de andar na rua, o medo de comprar um bem e ter que coloca-lo no seguro, porque o Poder Público não toma providências. Os únicos beneficiados nessa intolerância são as seguradoras, porque o cidadão em si, só esta tomando ferro.
Quando o Poder Público quer, ele consegue, ja falei isso antes e repito. Basta o poder público querer acabar com essa marginalização em massa, hoje até parece que tem mais bandido do que pessoas do bem.
No caso do sequestro, onde o rapaz foi morto, os direitos humanos não falam nada, o Ministério Público não vai saber o que houve, porque sabe que o que foi feito, estava certo.
Agora pra outras inutilidades sociais sempre tem um infeliz dos direitos humanos querendo defender bandido, que os levem pra casa, que os direitos humanos reclamem dos políticos que enchem os seus bolsos e colocam o povo na merda.
O governo, a Dilma, os parlamentares e os senadores tem que ter vontade de mudança, para virarmos esse jogo.
Ou mudamos essa situação, ou então deixaremos de cursar faculdades, e ter emprego para empunharmos armas e sairmos ai assaltar, porque se formos preso, pelo menos nossos familiares receberão auxilio reclusão maior do que um salário mínimo.
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Criticas...
As criticas são como presentes, podemos aceita-lás ou não. Depende de Você. Quando alguém vier te entregar uma crítica, acredito que o melhor a fazer é aceitá-la. Se por um acaso não gostar, deixa-a de lado, e lembre-se dela só quando precisar, ou então não faça questão de se lembrar nunca.
Jamais se deixe abater pelos comentários a seu respeito, você é tão importante para quem te odeia, que até mesmo falando mal, falam de você!